Ao se ver reduzido a uma generalização de direitos,
cada cidadão, sem refletir e se sentindo desconfortável pela pluralidade,
decidiu uma identidade única e excludente da nação em geral. Esta
‘generalização que provoca o desconforto individual’, foi o caminho seguido
pelo atual governo para conquistar tantos adeptos sem uma reflexão maior.
Quando se ouviu que a mulher pode ganhar menos e se banaliza o estupro , que os
negros são pesados em arrobas e não servem para procriar, que os gays não são
pessoas e não são de confiança, que deve haver reforma previdenciária com
cortes de direitos para criação de mais empregos, que a ditadura deve voltar,
que a tortura é uma ferramenta para administração pública, que terras indígenas
atrapalham o desenvolvimento do agronegócio, que se combate violência com
liberação de porte de armas, que o socialismo democrático é um mau a ser
combatido, que não se faz formação política nas escolas e, ainda, que os
professores nas universidades não devem contradizer a vontade do estado, por
definição passa a existir uma nova classe controladora deste país, formados
pelos que não se identificam com grupos específicos de luta. Estamos sendo
identificados como ‘minorias’ e não como seres humanos. Uma minoria que deve
ser reduzida como problema social para apresentação de vantagem estatística de
segurança, de novas contratações de empregos, de qualidade e acesso ao ensino
por exemplo.
Vermos reduzida toda a luta de classe por meio de uma pulverização dos direitos garantidos aos recortes sociais de vulnerabilidade e risco, só reforçou na sociedade o ódio principalmente ao pobre. Estas chamadas “minorias” foram tratadas com tática de Guerra: dividir e conquistar, pois as minorias juntas são o que formam está nação. Estas “minorias” reunidas compõe o povo brasileiro com seus negros, mulheres, gays e principalmente pobres. Levaram-se anos para conscientizar que nossa luta não é de uma categoria específica. Que os direitos a cidadania devem ser preservados e garantidos a todos os cidadãos (homo e hétero), mulheres (negras e brancas), negras (pobres e das classes mais abastadas) e os pobres (mulheres e homens) que são o objeto real do escárnio social. As pessoas não compreenderam que, individualmente, se excluindo destes grupos de luta, deram poder à um número específico é muito reduzido de pessoas que ‘estes’ não fazem parte, pois se encontra junto com a maioria. O país se dividiu e perdeu. Não somos a minoria. Somos esta nação, nós todos somos o Brasil.
Vermos reduzida toda a luta de classe por meio de uma pulverização dos direitos garantidos aos recortes sociais de vulnerabilidade e risco, só reforçou na sociedade o ódio principalmente ao pobre. Estas chamadas “minorias” foram tratadas com tática de Guerra: dividir e conquistar, pois as minorias juntas são o que formam está nação. Estas “minorias” reunidas compõe o povo brasileiro com seus negros, mulheres, gays e principalmente pobres. Levaram-se anos para conscientizar que nossa luta não é de uma categoria específica. Que os direitos a cidadania devem ser preservados e garantidos a todos os cidadãos (homo e hétero), mulheres (negras e brancas), negras (pobres e das classes mais abastadas) e os pobres (mulheres e homens) que são o objeto real do escárnio social. As pessoas não compreenderam que, individualmente, se excluindo destes grupos de luta, deram poder à um número específico é muito reduzido de pessoas que ‘estes’ não fazem parte, pois se encontra junto com a maioria. O país se dividiu e perdeu. Não somos a minoria. Somos esta nação, nós todos somos o Brasil.
Nenhum comentário:
Postar um comentário